Sete consultas, simuladores e guias que usamos no dia a dia do escritório e deixamos abertos, sem cadastro e sem login. Todos rodam sobre dado oficial: o Anexo VIII da Receita Federal, a lista de serviços da LC 116/2003 e o arquivo de alíquotas do Padrão Nacional da NFS-e.
A correlação oficial do Anexo VIII: os 200 itens da LC 116/2003 ligados à NBS 2.0, ao CNAE, ao cClassTrib e ao cIndOp do IBS/CBS. Busca pelo CNAE, pelo código ou pelo nome do serviço.
Quanto cada uma das 5.336 cidades cobra de ISS, separado pelos 199 itens de serviço da LC 116/2003. Não existe “a alíquota do município”: só 39% cobram o mesmo de todos os serviços — Blumenau cobra 3% no geral, 2% de software e 5% de construção civil.
Calcula se a folha chega aos 28% do faturamento que levam o serviço do Anexo V (começa em 15,5%) para o Anexo III (começa em 6%). Traz também a comparação entre CLT e PJ.
A alíquota que se paga de verdade não é a da tabela: sai da fórmula com a parcela a deduzir, sobre a receita dos últimos 12 meses. Mostra a efetiva de cada faixa e quanto falta pra virar de faixa.
Parcela, juros da Selic e total a pagar em até 60 vezes. Quem limita o prazo costuma ser o piso da parcela — R$ 300 para ME e EPP, R$ 50 para o MEI — e não o teto de meses.
Catálogo de 32 fontes oficiais e gratuitas para automação contábil: CNPJ, CEP, CNAE, NCM, Selic e câmbio do Banco Central, NF-e, NFS-e, eSocial e dívida ativa da PGFN, cada uma com o link da documentação.
Como a nota é montada, assinada e enviada ao SEFIN, a regra do ISS retido para quem está no Simples, o código NBS e as medidas do DANFSe v2.0. Traz um resumo técnico em texto puro, pronto para entregar a uma IA ou a quem programa.
Tudo o que dá pra fazer no painel do cliente, passo a passo e com animação: emitir nota fiscal, pagar o DAS, gerar a guia vencida, conectar o banco pelo Open Finance, cobrar por boleto ou Pix, folha e configurações.
As ferramentas são informativas e não substituem a análise do caso concreto.